sábado, 19 de fevereiro de 2011

Doce


A última semana foi bastante agitada e eu ainda estou sentindo os reflexos dela.

Ainda bem que eu tenho você. Pra me colocar no colo, pra secar minhas lágrimas. Pra brigar comigo, pra me fazer sorrir. Pra me deixar louca e pra me acalmar. Ainda bem que eu tenho você. O que seria de mim sem aquele que dá vida a minha vida?

Eu encontrei em você o que eu preciso, o que eu quero pra mim. Nada me dá mais medo que te perder. Por isso, qualquer hipótese, qualquer possibilidade, me desespera. Porque eu não quero pensar em minha vida sem você.

Quando meu pai falou da tal proposta da África, eu só conseguir pensar em você, em nós. E se eu tiver que ir? Será que mesmo nos amando tanto nós suportaríamos a distância? Será que seria justo te pedir pra esperar um ano ou dois? Será que durante esse tempo a saudade e a solidão não colocariam outras pessoas em nossos caminhos? Enquanto eu pensava em tudo isso, você me dizia que esperaria por mim. E de repente, eu tinha certeza que nós resistiríamos a distância se ela um dia existir. Mas, eu espero sinceramente que a única distância seja aquela entre a segunda-feira e o final de semana ou entre uma viagem e outra.

“Amor, porque você perguntou quanto tempo eu ficaria lá? Você ia me esperar, era?
Uhum”
E eu fiquei toda boba. Ninguém quis dividir a vida comigo, ninguém esperaria por mim, ninguém conheceu cada segredo, cada pedaço do corpo e do meu coração, até você chegar.

Se eu nunca duvidei do tamanho do seu amor, agora é impossível duvidar. Eu te amo.
Amanhã faremos um ano e três meses e apesar das pequenas coisas ruins, hoje eu vejo um Gabriel que me entende cada dia mais. Que está sempre tentando mudar algum hábito que me deixa mal. (Não pense que eu não vejo ou reconheço isso). Hoje Gabriel consegue ser mais apaixonante que há um ano e dois meses.

Amor, é o que construíamos a cada dia que me dá forças quando tudo parece estar perdido. É esse amor tão grande, é essa vontade de estar junto. É o carinho, o cuidado, a doçura dos sorrisos.

"...Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce, que seja doce, que seja doce, e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder.
Que seja doce o dia quando eu abrir as janelas e lembrar de você. Que sejam doces os finais de tardes, inclusive os de segunda-feira – quando começa a contagem regressiva para o final de semana chegar. Que seja doce a espera pelas mensagens, ligações e recadinhos bonitinhos. Que seja (mais do que) doce a voz ao falar ao telefone. Que seja doce o seu cheiro. Que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio. Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado. Que seja doce a ausência do meu medo. Que seja doce o seu abraço. Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão.

- Que seja doce. Que sejamos doce. E seremos, eu sei."

E somos, eu sei.
Obrigada, por ser quem eu sempre procurei.

Te amo cada dia mais, como se fosse realmente possível te amar mais do que eu te amo. Te quero pra sempre. Meu infinito é você.
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P.s.: Saudadenha do meu benzinho.

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